quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Prefeito pede reforço da cidade de ganhador da Mega-Sena

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A prefeitura da cidade de Fontoura Xavier pediu reforço da Polícia Militar para a cidade, nesta quinta-feira, para conter a euforia causada pelo prêmio de R$ 119 milhões da Mega-Sena sorteado na noite de quarta-feira.
A aposta foi feita na única lotérica do município, a Boa Sorte. Segundo a assessoria do prefeito José Flávio Godoy (PT), a administração municipal disponibilizou uma equipe de psicólogos para prestar assitência ao possível vencedor do segundo maior prêmio da história da Mega-Sena.
O prefeito espera que o vencedor possa ficar na cidade para investir o dinheiro no município, já que o valor do prêmio equivale a 8,5 vezes o orçamento anual do município, que é de R$ 14 milhões. É como se em uma única vez uma pessoa tivesse em mãos a receita da prefeitura de quase 9 anos.
A cidade não possui agência da Caixa Econômica Federal, a mais próxima fica no município vizinho de Soledade, a 28 km. ¿Estamos à espera do vencedor e orientamos os funcionários da agência de Soledade para que possam dar toda a assistência necessária em termos de investimento¿, disse o gerente-geral da agência, Edimilson Antônio Menegasso, afirmando que o sigilo é garantido por lei. ¿Ele só aparece se quiser¿, disse.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Mega-Sena sorteia as dezenas desta quarta; prêmio acumulado é de R$ 119 mi

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A Caixa Econômica Federal sorteou na noite desta quarta-feira (6), na cidade da Catalão (GO), as dezenas da Mega-Sena. O prêmio está acumulado em R$ 119 milhões, o maior valor em sorteios regulares da história. Inicialmente a estimativa era de R$ 115 milhões, mas o valor ficou acima disso.
As dezenas do concurso 1.220 sorteadas são: 05 - 15 - 43 - 48 - 52 - 55.
O valor acumulado só não supera o prêmio sorteado na Mega-Sena da Virada, no final do ano passado, quando R$ 144,9 milhões foram distribuídos a dois apostadores --nesse sorteio, houve arrecadação especial e foi recolhido um percentual das apostas feitas durante o ano todo para compor o prêmio.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

A Idade de Ser Feliz

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Existe somente uma idade para a gente ser feliz,
somente uma época na vida de cada pessoa
em que é possível sonhar e fazer planos
e ter energia bastante para realizá-las
a despeito de todas as dificuldades e obstáculos.

Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente
e desfrutar tudo com toda intensidade
sem medo, nem culpa de sentir prazer.

Fase dourada em que a gente pode criar
e recriar a vida,
a nossa própria imagem e semelhança
e vestir-se com todas as cores
e experimentar todos os sabores
e entregar-se a todos os amores
sem preconceito nem pudor.

Tempo de entusiasmo e coragem
em que todo o desafio é mais um convite à luta
que a gente enfrenta com toda disposição
de tentar algo NOVO, de NOVO e de NOVO,
e quantas vezes for preciso.

Essa idade tão fugaz na vida da gente
chama-se PRESENTE
e tem a duração do instante que passa

Paul McCartney se apresenta em novembro na capital paulista

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Um show de Paul McCartney em São Paulo. 
A apresentação acontecerá no dia 21 de novembro, no Estádio do Morumbi.

Em comunicado oficial, o ex-beatle declara: "É ótimo poder levar esta turnê ao Brasil. Eu gosto muito do país, eles amam sua própria música - eu os amo e amo sua música."
As informações sobre vendas de ingressos serão divulgadas na próxima quarta, 6, mas já se sabe que serão realizadas na internet pelo site www.ingresso.com.

As especulações sobre a turnê de McCartney em solo brasileiro se intensificaram no início do mês passado, quando o jornal argentino Clarín confirmou shows dele na Argentina e no Brasil.

Paul McCartney em Porto Alegre - Foi confirmado show do músico em Porto Alegre, no Estádio Beira-Rio, em 7 de novembro. Os ingressos para a apresentação na capital gaúcha começam a ser vendidos na próxima quinta, 7.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

UMA QUESTÃO DE TEMPO…

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“No início da vida eu tinha tempo e disposição, mas me faltava dinheiro. Com o passar dos anos, consegui dinheiro. Aí juntei minha disposição ao dinheiro que ganhei, mas o tempo me faltou. Agora, com muito dinheiro e com todo o tempo do mundo não tenho mais disposição pra coisa alguma.”
Esse provérbio árabe que meu avô declamava orgulhosamente sempre foi motivo de inquietação em minha vida.
Que situação mais triste é essa de se ter que abrir mão de uma coisa para conseguir uma outra, de se ter que perder para ganhar, afinal?
Fiquei pensando se Deus não estava sendo muito cruel conosco. Porque será que não nos é permitido manter tudo o que vamos conseguindo, acumulando nossas vitórias, nossa cultura, assim como nossas moedas, crescendo sempre? Por que haverá sempre no ar essa angústia do “não há mal que sempre dure nem bem que nunca se acabe,” como a nos lembrar eternamente de nossa condição humana de sofrer acima de tudo? Mais cruel ainda - em se tratando do triste provérbio oriental - é quando o indivíduo perde a sua disposição antes de conseguir o dinheiro e não chega a ter tempo a não ser para reclamar da sua falta de sorte.
Certa vez, escrevendo sobre meu amigo Quim Pessanha, ex prefeito da cidade de Quissamã, eu o chamei de “Rei do Tempo.” Parecia que o meu amigo conseguia um dia de mais de quarenta e oito horas para levar a cabo inúmeras funções nos mais distantes pontos do planeta, como Ipanema, Macaé, Cabo Frio e Quissamã, fazendo odontologia aqui, política ali, eventos acolá, obras na sua linda fazenda, e isso tudo com a maior serenidade, sem stress ou nervosismo, essas coisas que me acometem quase sempre.
Finalmente, vi a luz. Certo dia, eu, que ainda me encontro na primeira fase do tal provérbio em termos do dinheiro mas na segunda em termos do tempo, estava apreciando minha netinha Mariana brincando com nossos cachorros no quintal. Vi o futuro brilhando nos olhinhos dela e senti que tinha feito parte daquele milagre. Vi a grandeza de minha obra, uma coisa que o velho e amargo árabe não cita em seu empolado discurso. Vi que eu jamais perderia a disposição, indiferentemente do fato de conseguir o vil metal e o tempo de ócio.
Com toda a certeza, aquele pobre-rico árabe não deve ter tido netos! 
Tony Fonseca é Jornalista, Professor e Escritor, Apresentador do Programa Bem-Vindo ao Paraíso, Lagos TV canal 7 sextas feiras às 15 Horas

José Serra, a história e realizações o faz o candidato mais preparado e competente a Presidência da República

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Julia Duailibi e Christiane Samarco - O Estado de S.Paulo
O "candidato do conflito", que conquistou o direito de disputar a Presidência e fazer a sua nona campanha eleitoral, ficou nas urnas de 2002. O José Serra de 2010 é outro: em vez de trabalhar no confronto para fazer maioria, e dar a largada em meio a um racha partidário, ele quebrou o isolamento político, aprendeu a fisgar aliados e firmou-se como candidato natural da oposição.

Da derrota de 2002 para cá, São Paulo foi para Serra - com as passagens pela prefeitura da cidade e o governo do Estado - o laboratório da articulação política. Ao juntar PSDB, DEM, PMDB, PTB e PPS, ele encontrou a fórmula para não permitir que outro tucano de Minas, com fama de "político agregador", furasse a fila do PSDB e lhe tomasse a preferência na corrida presidencial.

O ex-governador Aécio Neves bem que tentou virar pré-candidato. Por um tempo, o mineiro se convenceu de que, independentemente da posição na fila, sua melhor hora era agora. Serra bateu o pé, exibiu resiliência e, escudado num cacife médio de 35% de intenções de voto, foi criando o consenso de que desta vez, mais do que em 2002, a hora é dele. Convenceu a ele mesmo de que há espaço para disputar votos porque "Dilma não é Lula" e "o eleitor olhará mais para o futuro do que para o passado."

A esperança do tucanato de Minas era que voltasse à cena o "Serra brigão" de 2002, que se lançou rompido com concorrentes como o ex-ministro da Educação Paulo Renato e o hoje senador Tasso Jereissati (CE). O então PFL, sempre aliado da gestão de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002), também se dividiu oito anos atrás e ficou entre Serra, Ciro e o próprio Lula.

As últimas esperanças nas hostes mineiras de Aécio passaram pela ideia de que Serra, diante da popularidade de Lula - mais de 80% de aprovação - e de um relacionamento sempre tenso com Geraldo Alckmin, poderia optar pela reeleição fácil ao governo do Estado. Ao montar a arquitetura da eleição para a prefeitura de São Paulo, em 2004, e, depois, na disputa ao governo do Estado, em 2006, Serra deu um cavalo de pau no jeito de se relacionar com os aliados.

Para deixar o governo do Estado sem sobressaltos, Serra escolheu a dedo o seu vice, Alberto Goldman, um político que lhe garante lealdade absoluta. Mais do que uma campanha tranquila, a chapa puro-sangue para governador foi uma das vitórias que reforçaram o primeiro lugar na fila dos candidatos do PSDB: Serra é o único governador de São Paulo eleito em primeiro turno na história política do Estado. Isso, depois de ter vencido o PT de Marta Suplicy na briga pela prefeitura da capital.

Dois anos mais tarde, o apoio ao projeto vitorioso de reeleição de seu vice na prefeitura paulistana acabou lhe valendo a consolidação da candidatura entre parceiros do DEM, do PTB e dissidentes do PMDB. Depois de engolir o vice imposto pelo DEM, ele assimilou o companheiro de chapa de um jeito que Gilberto Kassab se tornou um dos principais articuladores de sua marcha rumo ao Palácio do Planalto.

Feita a parceria com Kassab, veio o primeiro grande lance do "novo Serra": ele levou o até então desafeto Geraldo Alckmin para seu campo. Sem espaço político depois da derrota para o DEM na prefeitura, Alckmin foi convidado por Serra para ser seu secretário de Desenvolvimento. Com a jogada, impediu que o ex-governador consumasse o flerte com Aécio Neves e migrasse para o projeto presidencial do concorrente.
O ato uniu a cozinha de Serra: o PSDB paulista fechou com ele, em peso, no projeto presidencial. Também tratou de se aproximar de Tasso Jereissati e trouxe Paulo Renato Souza para o governo paulista - o ex-ministro de Fernando Henrique Cardoso passou a dirigir a Secretaria de Educação paulista.

No governo do Estado, também fortaleceu o jogo com a rede de prefeitos, aumentando os convênios com os governos municipais. Pela atuação do outro grande aliado, o secretário-chefe da Casa Civil, Aloysio Nunes Ferreira, o Estado repassou verbas para prefeitos de partidos de oposição, o que lhe valeu a simpatia de boa parte da classe política. A missão dada a Aloysio teve outra serventia, a de mostrar que ele não é centralizador. Ao deixar o governo, duas semanas atrás, Serra fez questão de dizer que é "um monitor, mas não um centralizador".

Palanques. Embora tenha deixado claro que o governo de São Paulo estava em primeiro lugar, exercendo o cargo até o último dia do prazo legal, Serra não descuidou de outras praças, Brasil afora, sempre mirando a campanha presidencial. Ao mesmo tempo em que se dizia dotado de "nervos de aço" para resistir à pressão dos aliados que queriam antecipar o lançamento da candidatura, ele passou a articular pessoalmente os palanques regionais.

Convocou líderes tucanos e de outros partidos para montar alianças estaduais e arrumar a casa. Evitou, assim, o fantasma de 2006, quando a campanha presidencial de Alckmin naufragou, em grande parte, pela ausência de palanques e com aliados se engalfinhando em disputas regionais. Foi Serra quem articulou, por exemplo, o apoio à candidatura de Paulo Souto (DEM) ao governo baiano.

Desde o ano passado, Serra também trabalhou para ampliar sua inserção em redutos tipicamente lulistas, especialmente no Nordeste, onde é conhecido pela boa gestão à frente do Ministério da Saúde. Além de uma série de viagens à região, Serra fez duas rodadas de entrevistas em rádios com alcance popular.

Popular. De olho no público de baixa renda, Serra também investiu na comunicação popular. Participou de todos os principais programas de auditório da TV brasileira, como os de Hebe Camargo, Luciana Gimenez, Ratinho e José Luiz Datena, para quem, surpreendentemente acabou anunciando a intenção de concorrer ao Planalto.

Durante seu governo, Serra foi pragmático na relação com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e, consequentemente, com Dilma Rousseff. Protegeu o Estado de suas pretensões eleitorais, ao mesmo tempo em que amarrou uma operação de venda do banco estadual ao Banco do Brasil, o que lhe valeu mais R$ 5 bilhões para investir pesado na infra estrutura. Outro exemplo de parceria bem-sucedida com o governo federal é o Rodoanel, em que a União entrou com um quarto dos R$ 6 bilhões investidos.

Máquinas de bingo apreendidas viram computadores de baixo custo no Rio de Janeiro

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As máquinas de bingo apreendidas pela Receita Federal no estado do Rio de Janeiro estão sendo transformadas em computadores de baixo custo. Segundo o Coordenador do projeto, Professor Marcos Paulo Monteiro, a idéia é transformar as máquinas ilegais em PCs que serão utilizados para a inclusão digital da comunidade. “Desmontamos parte da máquina de bingo e reaproveitamos o monitor, a placa-mãe e a fonte. Depois pintamos e adaptamos a lateral para suportar o mouse”.

De acordo com o professor, o custo total do protótipo da máquina reciclada, apresentada esta semana no Rio, ficou em R$ 60. “Gastamos R$ 30 para pintar e mais R$ 30 com o teclado e o mouse que não existiam. Depois instalamos o Linux e o acesso à Internet. Tudo funcionou”. O monitor é de 17” tela plana e o processador é Intel Celeron 2,16 GHz. “A memória de 64k é baixa, mas era justamente para provar que é possível transformar a máquina sem grandes alterações”, justifica Monteiro. “Temos também monitores de 19” que ainda não chegaram as nossas mãos”.

Meta é reciclar 30 mil máquinas

O professor antecipa que na primeira etapa do projeto a previsão é reciclar 1 mil máquinas. “Mas existem hoje cerca de 30 mil maquinas de bingo apreendidas no estado do Rio que podem virar computadores de baixo custo. Estamos apenas aguardando a liberação da Receita Federal que também é parceira do projeto junto com a Secretaria de Ciência e Tecnologia do estado”.

A distribuição das máquinas ficará a cargo do secretário de Ciência e Tecnologia do Rio, Alexandre Cardoso, revela o professor. “Os computadores deverão ser distribuídos na rede FAETEC (Fundação de Apoio às Escolas Técnicas) e em postos do projeto FAETEC digital, que fornecem acesso à Internet para a comunidade fluminense”. Além disso, os PCs reciclados também poderão ser distribuídos em lugares públicos como estações de ônibus, metrô e trem, para que a população possa acessar serviços de e-Gov (Governo Eletrônico), complementa Monteiro.

CABO FRIO ESTÁ COLABORANDO ENVIANDO AS MÁQUINAS APREENDIDAS NO SÃO CRISTOVÃO.

sábado, 2 de outubro de 2010

Catapora reaparece em SP; vacina continua em falta

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Os números de casos, surtos e mortes causados neste ano pela varicela - doença contagiosa conhecida como catapora - no Estado de São Paulo já superam os de 2009, conforme publicou o Estado anteontem. De janeiro a setembro foram registrados 10.018 casos, 1.572 surtos e 15 mortes, 11 delas entre crianças de 1 a 4 anos, segundo o Centro de Vigilância Epidemiológica. No ano passado foram 7.901 casos, 1.315 surtos e 7 óbitos.


A imunização contra a doença não faz parte do calendário anual de vacinação e só é feita em caso de surto, com o objetivo de bloquear a propagação da doença. Mas esse bloqueio não está sendo feito por falta de vacinas.

A Secretaria da Saúde afirma que não há vacina porque os surtos começaram antes. O governo diz que solicitou que o próximo lote, previsto para novembro, seja entregue antes.

A saúde no Brasil está na UTI e em Cabo Frio não é diferente, atendimento precário, falta médicos, vacina, remédios de uso continuos, e vergonha na cara dos senhores que governam e que deveriam ser fiscais do povo dessa cidade.

Sintomas:
Os sintomas são semelhantes aos da gripe:
- mal-estar
- falta de apetite
- dor de cabeça, cansaço
- febre baixa.
- Após  24 e 48 horas surgem pontos vermelhos no corpo que se transformam em pequenas bolhas cheias de líquido e que provocam uma coceira incessante. Depois  esta bolhas secam, ficam escuras criam uma crosta e caem em duas semanas.
A doença é benigna, mas pode trazer complicações como:
- infecção por bacteriana
- pneumonia
- distúrbios neurológicos
- na gravidez, há o risco da mãe contaminar o bebê (síndrome da varicela congênita), causando baixo peso, cicatrizes cutâneas, alterações na visão e algumas malformações.
Como tratar:
Como quase todas doenças viróticas, a catapora desaparecerá depois que completar seu ciclo no organismo. Até lá mantenha a higiene, para evitar a infeccção por bactérias nas lesões espalhadas pelo corpo.

Alguns cuidados:
- Não coce as lesões para não causar infecção e deixar cicatrizes.
- Lave suas mãos e as da criança, várias vezes ao dia, com sabonete antibacteriano e agua abundante.
- No banho, dissolva, na banheira, um envelope de permanganato de potássio em dez litros de água e banhe o corpo todo.
- Não arranque as crostas.
- Fazer repouso.
- Ingerir muito líquidos, aguas, sumos, etc.
Consulte o seu médico, e comunique imediatamente se os sintomas se agravarem, ou se a febre persistir.
Não se auto medique, nem medique seu filho em hipótese alguma, sem que seja orientado pelo seu medico.

Greve dos bancários aumenta mobilização e fecha 6.215 agências em todo o país

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No terceiro dia da greve nacional, os bancários conseguiram fechar 6.215 das 19,8 mil agências de todo o país, de acordo com balanço da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf). Houve, portanto, um aumento significativo do movimento em relação à véspera, quando 4.895 agências não abriram as portas.

A tendência, de acordo com o presidente da Contraf, Carlos Cordeiro, é que a mobilização cresça ainda mais na próxima semana. Segundo ele, o movimento iniciado nas grandes cidades, na última quarta-feira (29), já se propaga também por cidades de porte médio.

— O fortalecimento da greve é uma sonora resposta dos bancários ao silêncio dos bancos — disse o sindicalista Coordenador do Comando Nacional dos Bancários, Cordeiro disse que os trabalhadores "estão revoltados com o desrespeito" da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que, diante da reivindicação de reajuste de 11%, ofereceram apenas os 4,29% da inflação dos últimos 12 meses, sem nenhuma sinalização sobre outros benefícios.

De acordo com o dirigente da Contraf, os bancos tiveram crescimento médio de 32% nos lucros, no primeiro semestre deste ano. A categoria, para ele, não aceita a posição dos bancos num momento em que a economia nacional cresce em 'ritmo chinês' e que outras categorias têm conquistado aumentos reais de salários. Sem nova proposta, disse ele, a greve só tende a crescer.

O Comando Nacional dos Bancários voltará a se reunir na segunda-feira, em São Paulo, para definir meios de intensificar a mobilização. Simultaneamente, os bancários farão passeata em Brasília

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

UM GRANDE AQUÁRIO CHAMADO TERRA

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Foi só depois de envelhecer bastante que comecei a dar valor a essa ciência tão envolvente, a aquariofilia. Mesmo sendo meu irmão caçula, o Anésio, um perfeito expert dos aquários,  relutei em montar um durante esses anos todos, mas atualmente sou um apaixonado pela atividade e aconselho a todos os amigos a prestar mais atenção a ela.
            Foi exatamente durante uma relaxante sessão de  visualização de meu aquário, noite escura, apenas acesa a iluminação dos trezentos e sessenta litros de água cristalina, pontilhada de flashes e cores de meus peixinhos, que me inspirei para essa conversa com meus amigos.  Pois não é um aquário um perfeito exemplo de vida sobre nosso planeta? Não terá colocado aqui, um Deus estudioso acima de tudo, pretendendo observar nosso relacionamento, a simbiose entre as variadas naturezas individuais, as interações, os prejuizos e as vantagens, a adaptabilidade (ou a impossibilidade dela), em suma, o equilibrio do meio ambiente?
            Fiquei pensando sobre Cabo Frio (Aliás, eu não paro de pensar em Cabo Frio, nunca!). Nossa cidade é como se fosse assim um aquário dentro de um maior que seria o Rio de Janeiro, que seria um outro dentro do aquário imediato que é o Brasil e todos eles dentro do maior que é o próprio planeta. Como na aquariofilia, os peixes, a temperatura, a alcalinidade e a densidade da água, a iluminação, a vegetação e todos os muitos outros fatores direta e indiretamente ligados à coisa em si podem fazer muita diferença. No aquário Cabo Frio, assim como nos outros dois imediatamente maiores, Rio/Brasil, temos peixes de muita saúde e muita beleza. Nossas mulheres são as mais lindas do mundo e nossas festas nacionalmente famosas. Mas quase sempre somos discriminadas fora do Brasil, acusados de pouco sérios, infantis ou corruptos.
            Pensando bem, problemas como pedofilia, tráfico de drogas, corrupção, terrorismo e outras coisas não são “privilégio” do nosso país, mas também somos notórios por isso, e com tudo isso de bom que temos, como clima, situação geográfica, área, etc, era para ser melhor.
            Enquanto eu divagava no lusco-fusco da varanda em frente do pequeno lago de vidro foi me pegando aquela sonolência gostosa das noitinhas do domingo e fui entrando naquela espécie de limbo da fronteira entre o sonho e a realidade. Havia no fundo de minha consciência uma preocupação grande. Como novato de aquários eu tinha me esmerado nas condições dos trezentos e tantos litros de água límpida. Temperatura perfeita, densidade, PH, plantas, fundo, filtros, luz e tudo o mais, mas acho que errei na escolha dos peixes. Teria Deus errado também? Jamais! Devia ser uma experiência! Como juntar terroristas e arrogantes, corruptos e necessitados, crédulos e tarados num só aquário-planeta. A água estava boa, mas os indivíduos iriam apodrecer tudo logo,logo. Finalmente, adormeci. No pesadelo (sempre os tenho quando durmo de costas!) que se seguiu, comecei a ser observado por peixes que ameaçavam quebrar o vidro de meu aquário e me atacar. Foi como um aviso. Quem sabe, Deus queria me dizer mais alguma coisa. Algo assim como o “orar e vigiar”, medir bem, cuidar incansavelmente sobre a invasão das ervas daninhas, o acúmulo de sujeira, a temperatura, assim como o fortalecimento dos predadores; as piranhas, os crocodilos e os tubarões de nossos aquários.


Tony Fonseca é Jornalista, Professor e Escritor, Apresentador do Programa Bem-Vindo ao Paraíso, Lagos TV canal 7 sextas feiras às 15 Horas